segunda-feira, 24 de Março de 2008
domingo, 23 de Março de 2008
há dias que me sinto tão revoltada. que só me apetece sei lá o quê. a conchichina parece-me ser demasiado perto.
sexta-feira, 13 de Julho de 2007
o novo google
Hoje fiquei a saber que até ao consultar a net podemos estar a poupar ou consumir mais energia.
O google lançou um novo motor de busca, o blackle que se propõe poupar 750 horas Megawatts por ano.
E todos podemos dar a nossa ajuda, basta passarmos a utilizar a versão "black" do google... vá lá, não custa mto. É só adicionar aos favoritos.
É que nós nem reparamos a quantidade de vezes que, diariamente, acedemos ao google para pesquisar qualquer coisa. Assim, se passarmos a utilizar o blacke estaremos a ajudar o ambiente.
Blackle
O google lançou um novo motor de busca, o blackle que se propõe poupar 750 horas Megawatts por ano.
E todos podemos dar a nossa ajuda, basta passarmos a utilizar a versão "black" do google... vá lá, não custa mto. É só adicionar aos favoritos.
É que nós nem reparamos a quantidade de vezes que, diariamente, acedemos ao google para pesquisar qualquer coisa. Assim, se passarmos a utilizar o blacke estaremos a ajudar o ambiente.
Blackle
sexta-feira, 6 de Julho de 2007
três anos
Por estes dias vai fazer três anos que me aventurei pela primeira vez nestas lides dos blogs... com o passar dos tempos tem diminuído a frequência das minhas reflexões. Primeiro, começou por ser por estar farta de mim própria e por estar farta de me queixar... sim, porque já nem eu me conseguia aturar...
Depois criou-se em mim uma espécie de inércia. Uma inércia do género: apetece-me escrever... só um cadinho que já lá vou... e os minutos, as horas, os dias e às vezes os meses vão passando e eu nao ultrapasso este bloqueio.
Há pessoas que só conheço daqui, que me comentam e que eu as comento (ou comentava, pq até para escrever ando perguiçosa). Algumas delas considero amigas (sim eu sei que é estranho dizer isso), há uma por quem sinto um carinho mto mto especial, do género de irmã mais velha e de quem inexplicavelmente às vezes sinto saudades. Quando isso acontece, vou espreitar ao blog dela, mato saudades e saio, muitas vezes sem deixar rasto, até pq raramente há espaço para o fazer.
A todas essas pessoas (algumas delas se calhar já nem por aqui passam) gostava de agradecer por me lerem, comentarem, por me aturarem, enfim essas coisas todas....
Depois criou-se em mim uma espécie de inércia. Uma inércia do género: apetece-me escrever... só um cadinho que já lá vou... e os minutos, as horas, os dias e às vezes os meses vão passando e eu nao ultrapasso este bloqueio.
Há pessoas que só conheço daqui, que me comentam e que eu as comento (ou comentava, pq até para escrever ando perguiçosa). Algumas delas considero amigas (sim eu sei que é estranho dizer isso), há uma por quem sinto um carinho mto mto especial, do género de irmã mais velha e de quem inexplicavelmente às vezes sinto saudades. Quando isso acontece, vou espreitar ao blog dela, mato saudades e saio, muitas vezes sem deixar rasto, até pq raramente há espaço para o fazer.
A todas essas pessoas (algumas delas se calhar já nem por aqui passam) gostava de agradecer por me lerem, comentarem, por me aturarem, enfim essas coisas todas....
terça-feira, 3 de Julho de 2007
Complicações
quarta-feira, 30 de Maio de 2007
greves
Não sou uma pessoa muito reivindicativa. Acho que faço parte daquela geração que em que os direitos laborais surgem já como um dado adquirido... hummmm nada disso.
Faço mas é parte daquela geração que não tem um emprego estável. Se calhar nem nunca vai ter. Direitos laborais? Passam mais pelo respeito mesmo por aqueles que nos tentam pisar no trabalho (não é respeito, mas talvez uma indiferença, porque há limites mínimos que não pretendo ultrapassar porque tenho uma coisa chamada escrúpulos). Salários precários? É quase o pão nosso de cada dia. Enfim, podia enumerar uma lista de coisas que na gosto minha vida profissional. Mas não é isso que me indigna hoje.
O que me indigna é uma greve geral da função pública que, pelo menos em Lisboa, afecta a vida das pessoas que não fazem parte da função pública e têm de ir trabalhar. Os direitos dos trabalhadores em fazerem greve? E os direitos dos outros trabalhadores? Muitos deles até podem sofrer as consequências nos ordenados por chegarem brutalmente atrasados ou de até nem conseguirem chegar, como as pessoas que moram na margem sul e às quais nem sequer foi disponibilizado o acesso a serviços mínimos na ligação de barco a Lisboa. Quem é que arca com estas responsabilidades? Ninguém, claro?
Sinceramente e se fizessem uma "não greve"? Leia-se que, uma vez na vida, estivessem nos locais de trabalho (estou a lembrar-me especialmente das repartições de finanças e da segurança social) e trabalhassem a bom ritmo, não parassem para falar da roupa do colega, ou para falar ao telefone do episódio de ontem da novela. E, para variar, passassem o dia a atender os utentes com rapidez, eficiência e (será que é pedir muito?) alguma simpatia.
Gostava que perguntassem aos grevistas porque é que fazem greve. Aposto que alguns não sabiam responder. É óbvio que o que estou a escrever não se aplica a todos, porque há profissões na função pública muito mal pagas e que têm muitas razões para protestar. Mas e aqueles que "ganham bem e saiem cedo", como habitualmente se diz? Será que têm mesmo razões para fazer greve? Para alguns este deve ser encarado como um dia de folga ou outra coisa qualquer.
Tenho por lema "a minha liberdade acaba onde começa a dos outros". E digamos de passagem, há que admitir que a liberdade de todos aqueles que não pertencem à função pública ou não quiseram aderir à greve foi desrespeitada hoje, tal como já o foi noutros dias.
É óbvio que sei que a minha posição é criticável em muitos aspectos, eu própria me posso auto-criticar, porque as generalizações caiem sempre no exagero. Mas, no fundo, é aquilo que sinto hoje... Amanhã logo se verá....
Faço mas é parte daquela geração que não tem um emprego estável. Se calhar nem nunca vai ter. Direitos laborais? Passam mais pelo respeito mesmo por aqueles que nos tentam pisar no trabalho (não é respeito, mas talvez uma indiferença, porque há limites mínimos que não pretendo ultrapassar porque tenho uma coisa chamada escrúpulos). Salários precários? É quase o pão nosso de cada dia. Enfim, podia enumerar uma lista de coisas que na gosto minha vida profissional. Mas não é isso que me indigna hoje.
O que me indigna é uma greve geral da função pública que, pelo menos em Lisboa, afecta a vida das pessoas que não fazem parte da função pública e têm de ir trabalhar. Os direitos dos trabalhadores em fazerem greve? E os direitos dos outros trabalhadores? Muitos deles até podem sofrer as consequências nos ordenados por chegarem brutalmente atrasados ou de até nem conseguirem chegar, como as pessoas que moram na margem sul e às quais nem sequer foi disponibilizado o acesso a serviços mínimos na ligação de barco a Lisboa. Quem é que arca com estas responsabilidades? Ninguém, claro?
Sinceramente e se fizessem uma "não greve"? Leia-se que, uma vez na vida, estivessem nos locais de trabalho (estou a lembrar-me especialmente das repartições de finanças e da segurança social) e trabalhassem a bom ritmo, não parassem para falar da roupa do colega, ou para falar ao telefone do episódio de ontem da novela. E, para variar, passassem o dia a atender os utentes com rapidez, eficiência e (será que é pedir muito?) alguma simpatia.
Gostava que perguntassem aos grevistas porque é que fazem greve. Aposto que alguns não sabiam responder. É óbvio que o que estou a escrever não se aplica a todos, porque há profissões na função pública muito mal pagas e que têm muitas razões para protestar. Mas e aqueles que "ganham bem e saiem cedo", como habitualmente se diz? Será que têm mesmo razões para fazer greve? Para alguns este deve ser encarado como um dia de folga ou outra coisa qualquer.
Tenho por lema "a minha liberdade acaba onde começa a dos outros". E digamos de passagem, há que admitir que a liberdade de todos aqueles que não pertencem à função pública ou não quiseram aderir à greve foi desrespeitada hoje, tal como já o foi noutros dias.
É óbvio que sei que a minha posição é criticável em muitos aspectos, eu própria me posso auto-criticar, porque as generalizações caiem sempre no exagero. Mas, no fundo, é aquilo que sinto hoje... Amanhã logo se verá....
terça-feira, 29 de Maio de 2007
tempo

Estas mudanças de temperatura arrasam comigo. Ora está muito calor, ora está um frio que não se pode, ora chove desalmadamente.
Será que alguém entende isto? Por onde andam as estações? O Inverno, a Primavera, o Verão e o Outono?
O frio e a chuva da semana passada dão lugar ao calor que já se começa a sentir hoje.
Pelo menos a mim, estas mudanças fazem-me mal... sinto-me mais cansada, desajustada... porque quando começo finalmente a usar roupa adequada com o tempo que se faz sentir, vai que ele muda e já fico novamente desajustada.
Como se o desajustamento no clima fosse transportado para dentro de mim. É estranho, eu sei. Mas o que é que hei-de fazer... não sou fácil de entender.
Por fácil de entender, adoro esta música dos The Gift. Não é pela letra ser em português, nem pela música em si. É pela combinação. Aqueles versos dizem muito acerca de mim e do que tenho sentido durante estes tempos:
"Talvez por não saber falar de cor, Imaginei
Talvez por saber o que não será melhor, Aproximei
Meu corpo é o teu corpo o desejo entregue a nós
Sei lá eu o ue queres dizer, Despedir-me de ti
Adeus um dia voltarei a ser feliz"
Hoje esta letra já não diz muito do que estou a sentir e do que estou a viver. Finalmente uns momentos de paz. Nem eu própria acredito, tamanhos foram os dias e as horas destes últimos meses. Talvez seja por isso que o estado do tempo mexe comigo, faz-me lembrar dos momentos de tempestade e dos momentos que calor que vivi.
Qual é o estado do tempo por aqui hoje? Humm... está um dia de Primavera com aquele calorzinho bom... :)
Subscrever:
Mensagens (Atom)
